O Palácio de Queluz tem a sua origem na casa de campo do Marquês de Castelo Rodrigo, D. Cristovão de Moura.

Aos fidalgos que tinham tomado o partido de Espanha, o rei D. João IV confisca os bens e com eles cria um património a que se deu o nome de Casa do Infantado, a favor dos segundos filhos dos Reis de Portugal. Devido ao apoio dado pelo Marquês de Castelo Rodrigo aos Reis Espanhóis, os seus bens são confiscados, e o palacete de Queluz integra o património da Casa do Infantado.

O Infante D. Pedro, filho de D. João IV, que mais tarde sucedeu ao seu irmão D. Afonso VI, foi o primeiro residente do palacete de Queluz.

É, no entanto, D. Pedro III, irmão do Rei D. José I, quem realmente se interessou pela quinta e encarregou o arquitecto Mateus Vicente de Oliveira, de planificar e dirigir a construção do palácio.

A primeira fase da construção foi da responsabilidade do arquitecto Mateus Vicente de Oliveira e decorreu de 1747 a 1755.

Após o terramoto de 1755, Mateus Vicente de Oliveira fica encarregue de dirigir as obras de reconstrução da cidade de Lisboa, cabe ao arquitecto francês Jean baptiste Robillion ser responsável pela construção do palácio (1758 a 1781).

A terceira fase das obras é da responsabilidade de Manuel Caetano de Sousa e António de Sousa (1781 a 1807), pois Robillion adoece e morre em 1782.

Do ponto de vista arquitectónico, este palácio pretende copiar a beleza e o esplendor do palácio de Versalhes, constituindo uma pequena imitação deste imposta pelas limitações financeiras da Coroa.

Actualmente, o palácio é a residência oficial dos governantes estrangeiros que visitam o nosso país.

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